22 janeiro 2011

Café Progresso

 


 


Manhã no Porto, sem destino nem rumo. Deambulando pela Praça Carlos Alberto e pelas ruas à volta.


 


Entro no Café Progresso, com a penumbra dos cafés a sério, das tertúlias, dos habituais cafés com jornais, pastelinhos a acompanhar, vida a meio ou a escorrer para tantos olhos pensativos sobre as mesas.


 


Um aviso aos novatos - provem o café de saco, o verdadeiro, à portuguesa. E eu provei. Café que cheira a sem tempo, com letras e com poemas, café demorado nas palavras, no sabor de não ter compromissos.


 


Manhã no Porto, sem destino nem rumo. Entro na Poetria, pequena, cheia de gente secreta que aqui encontra o seu lugar.


 

5 comentários:

  1. ACÁCIO LIMA15:56

    O "Café de Saco", do "Café Progresso" no Porto, tem um "segredo":

    Na cuba, é pendurado um "rabo de bacalhau".

    Segredo, de uma pitada de sal, a temperar o café.

    Sobre os "Cafés do Porto", há uma excelente Monografia de Maria Teresa Castro Costa.

    Poderei envir o ficheiro, em PDF.

    e-mail: acaciobaratalima@tvtel.pt

    Saudações de
    ACÁCIO LIMA

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    Respostas
    1. Obrigada, Acácio. Gostaria, sim.

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    2. ACÁCIO LIMA16:16

      JÁ SEGUIRA. VER CORREIO.
      SAUDAÇÕES DE
      ACÁCIO LIMA

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  2. No café Progresso? Na Poetria? Quando?

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  3. Cristina Loureiro dos Santos22:04

    Adoro os cafés, esses cafés, onde podemos sentir o ambiente de tertúlia. Adoro uma boa tertúlia, com cafezinho e pastelinhos ;)

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