Manhã no Porto, sem destino nem rumo. Deambulando pela Praça Carlos Alberto e pelas ruas à volta.
Entro no Café Progresso, com a penumbra dos cafés a sério, das tertúlias, dos habituais cafés com jornais, pastelinhos a acompanhar, vida a meio ou a escorrer para tantos olhos pensativos sobre as mesas.
Um aviso aos novatos - provem o café de saco, o verdadeiro, à portuguesa. E eu provei. Café que cheira a sem tempo, com letras e com poemas, café demorado nas palavras, no sabor de não ter compromissos.
Manhã no Porto, sem destino nem rumo. Entro na Poetria, pequena, cheia de gente secreta que aqui encontra o seu lugar.
O "Café de Saco", do "Café Progresso" no Porto, tem um "segredo":
ResponderEliminarNa cuba, é pendurado um "rabo de bacalhau".
Segredo, de uma pitada de sal, a temperar o café.
Sobre os "Cafés do Porto", há uma excelente Monografia de Maria Teresa Castro Costa.
Poderei envir o ficheiro, em PDF.
e-mail: acaciobaratalima@tvtel.pt
Saudações de
ACÁCIO LIMA
Obrigada, Acácio. Gostaria, sim.
EliminarJÁ SEGUIRA. VER CORREIO.
EliminarSAUDAÇÕES DE
ACÁCIO LIMA
No café Progresso? Na Poetria? Quando?
ResponderEliminarAdoro os cafés, esses cafés, onde podemos sentir o ambiente de tertúlia. Adoro uma boa tertúlia, com cafezinho e pastelinhos ;)
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