29 setembro 2010

Século XXI

Aí está ela, a austeridade, os cortes de salários, os congelamentos, os impostos, mais aperto ao consumo, mais desemprego, a recessão.


 


Aí está o falhanço deste governo, desta Europa, deste sistema. Aí está a repetição da receita da crise e dos mercados que pedem mais, cada vez mais.


 


O que vai fazer o PS do seu programa político? O que vai fazer o PSD das suas ameaças contra o OE de 2011?


 


O que vamos nós fazer ao percebermos que, votemos o que votarmos quem decide são os mercados, aqueles em quem ninguém vota mas que são os donos e senhores do mundo?

3 comentários:

  1. eu já vendi coisas num mercado

    infelizmente esqueceram-se de me avisar que era senhor do mundo

    quem veio antes destes e gravou os IP's
    teve reformas de luxo aos 57 e gozou e viajou
    55 se comandante da TAP
    e agora aos 80 anos com reformas brutas de 60mil comandante da TAP ou 40 mil presidente camarário ou técnico superior ou 25000 a 30000 professor (básico)a professor (10ºescalão ou prof. assistente) uns 50mil na reforma 1500milhões por ano

    15 a 20 anos de reformas destas
    superam em muito os das de 5000por ano
    de resto esses vivem menos
    e deixam menos livros para os descendentes deitarem no lixo
    que depois na economia paralela da gandaia
    vão parar à remar ou vendidos a 50cents na feira da ladra
    pois vejo bem o seu ponto

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  2. pink09:40

    São os senhores do mundo,mas não só. Tambem nós não nos soubemos governar e devemos assumi-lo.
    Os governantes têm cedido às clientelas (oposições idem) e os cidadãos em geral não cumprem os seus deveres para com o estado,quer não pagando impostos quando podem fugir, com a conivência dos parceiros do "negócio",quer trabalhando o menos possível e às vezes mal.

    Estou a tentar recuperar uma casa e,do carpinteiro ao picheleiro...até ao empreiteiro,todos apresentam dois orçamentos:com e sem iva. O que resulta daqui, já todos sabemos.

    Os cúmplices ~são de direita e esquerda.E por causa deles próprios e nao dos pobres trabalhadores como dizem para disfarçar a verdadeira natureza da coisa.

    Iodos os males são cíclicos,porque persistimos nos mesmos erros.Somos medíocres!



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  3. Sem dúvida, os mercados mas também a maioria de direita que domina o conselhos de ministros da UE e o Parlamento europeu. As regras do jogo devem ser respeitadas num espaço de direito e as regras são determinadas pelo que se decide em conselho de ministros no seio do Conselho da UE. Aí a maioria de ministros é conservadora-neoliberal , sobretudo a de países com grande impacto como a Alemanha, França.
    O eleitor tem muito mais responsabilidade no que lhe acontece do que gosta de assumir.
    Enquanto for esta a maioria nos governos da UE não esperem uma Europa do crescimento em detrimento da obsessão do défice, nem uma Europa da solidariedade e muito menos uma Europa que regule decentemente os mercados. Não somos só vítimas.
    Sofia C.

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