20 janeiro 2010

Jogos do imprevisto

 



La règle du jeu - Jean Renoir (1939)


 


Passaram-se senhas e contra senhas entre imperiais. A mesa obscura esperava pelos jogadores, com o disfarce ao fundo, sob um écran em que se abafavam as assessorias, as remodelações, as cisões e rescisões dos contratos principescos propostos com bifes em molhos secretos.




À volta o ruído cúmplice das conspirações.




Pela calada da noite foram surpreendidos por máquinas digitais, rapidamente apreendidas pelos seguranças. Mesmo assim o jogo foi desmascarado a dois tempos, refazendo as identidades descobertas.


 


(Também aqui)


 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...