(pintura de Gerhard Richter: silsersee)
Às vezes penso no mar de Agosto
manto imenso de azul profundo
no peso e embalo do marulhar
do intenso e inaugural início
de um tempo suspenso.
Às vezes sinto o mar de Agosto
no lento sussurro dos teus olhos.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Sem comentários:
Enviar um comentário