(Autor desconhecido)
Desenhei um mapa
usando cada momento de dor
como postes vermelhos
cada ruga como estrada
em escala real proporcional
aos desertos em que semeei
areias e ventos.
Desdobrei-o esticando o corpo
mas o mapa apenas indica
a direcção sem destino
que diariamente percorro.
E as suas palavras tão bonitas ficam-se só por este palco?
ResponderEliminar:))
Muito bonito, bem como o anterior. Para quando o novo livro?
ResponderEliminarObrigada aos dois. Quem sabe?
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