30 maio 2009

A seriedade de Paulo Rangel

O senhor primeiro-ministro vai faltar por completo às suas obrigações no Parlamento. Isto tem de ser denunciado. O senhor primeiro-ministro tem de dizer porque é que tem medo de vir ao Parlamento explicar as políticas e submeter-se ao contraditório


 


Contactado pelo PÚBLICO, Paulo Rangel admitiu que os deputados não contestaram a indicação de 17 de Junho. “O Governo recusou o dia 12 e nós não íamos estar lá aos berros”, disse Rangel, acrescentando que o ministro dos Assuntos Parlamentares até queria “antecipar o debate do Estado da Nação para não fazer mais debates quinzenais até ao fim da legislatura”.

3 comentários:

  1. Em tempo de crise, este comentário abrange vários postes, não quero que falte nada ao ministro Pinho.

    Todos eles (os políticos) são "sérios" -riem pouco e sorriem ainda menos, porque aquilo que se vê amiúde, não passa de um esgar.
    Só que a disputa eleitoral, não passa de uma rábula repetida, um 'déjà vu' para cumprir calendário.

    Aparte esta constatação, reconheço a excelência dios seus textos, que nunca perco, mesmo sem comentar e nem sempre concordar.
    A argucia, a lucidez e "isenção qb" que nos oferece, servem também de motivação, para muitos dos despretenciosos postes que vou inserindo no bth e me dão muito gozo.
    Tenha um bom fim de semana.

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    Respostas
    1. Onde se lê:
      'dios' deve ler-se 'dos'
      'despretencioso' deve ler-se 'despretensioso'.

      Com tanta asneira, ainda me vêm buscar para participar na campanha...

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    2. JRD , sinto-me muito feliz por gostar de por cá passar e agradeço-lhe a gentileza dos seus comentários.

      Quanto aos erros, mesmo assim duvido, até porque podem ser causados por um teclado pouco cooperante.

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