(pintura de Vieira da Silva: le rayon bleu)
A criança na face enrugada
boca lambuzada de anos
olhos cansados de saber.
Já não salta o mundo
pela corda da ansiedade
escreve nos passos vagarosos
a ciência da espera
o alento da ternura
do nada.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Gostei muitíssimo. Espelha talvez um pouco a perda da nossa ingenuidade, imprescindível em doses certas, mas está uma maravilha.
ResponderEliminarBelo quadro e uma poesia sofrida...
ResponderEliminarBem-haja
Cliché e lugares comuns má poesia
ResponderEliminarGostei Imenso .
ResponderEliminarA.B.
Gostei do poema.
ResponderEliminarDuro, mas gostei.
Beijo
Boa semana
Muito, muito bom, Sofia!
ResponderEliminarMas um pouco denso :(
Beijinhos.
Cristina Loureiro dos Santos
Obrigada pelas palavras simpáticas e pelas antipáticas. Não se pode agradar a todos.
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