(pintura de Vieira da Silva: le rayon bleu)
A criança na face enrugada
boca lambuzada de anos
olhos cansados de saber.
Já não salta o mundo
pela corda da ansiedade
escreve nos passos vagarosos
a ciência da espera
o alento da ternura
do nada.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...
Gostei muitíssimo. Espelha talvez um pouco a perda da nossa ingenuidade, imprescindível em doses certas, mas está uma maravilha.
ResponderEliminarBelo quadro e uma poesia sofrida...
ResponderEliminarBem-haja
Cliché e lugares comuns má poesia
ResponderEliminarGostei Imenso .
ResponderEliminarA.B.
Gostei do poema.
ResponderEliminarDuro, mas gostei.
Beijo
Boa semana
Muito, muito bom, Sofia!
ResponderEliminarMas um pouco denso :(
Beijinhos.
Cristina Loureiro dos Santos
Obrigada pelas palavras simpáticas e pelas antipáticas. Não se pode agradar a todos.
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