[pintura de Janet Aly: Al Mumit (Bringer of Death)]
E nunca mais finda este Verão
de Outonos velhos
de invernosas colheitas de almas.
Atrás de mim caminham fantasmas
vão-se cortando as veias
da minha infância.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
"Quando eu nasci,
ResponderEliminarficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe..."
José Régio
Cumprimentos, Sofia.
Obrigada, André Couto, pela sua atenção e pelas suas ofertas poéticas.
EliminarNo entanto penso que esse poema é de Sebastião da Gama e não de José Régio. Já vi essa confusão várias vezes. Lindíssimo poema, por sinal.
Bem-vinda ! Já se notava a sua falta...
ResponderEliminarObrigada, José Carlos, mas os tempos andam tormentosos e cinzentos.
EliminarMuito bonito mas um pouco nostálgico...
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