Contarei um dia
como éramos felizes
e a mesa pequena.
Vozes e mãos entrelaçadas
no eco da casa vazia
contarei como éramos sós
e ninguém sabia.
(pintura de Lynne Feldman : family portrait )
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
No acto de ser criança
ResponderEliminarainda na terra dos sonhos
onde teu olhar é uma dança
nos palácios da infância.
As vozes do presente
aqui, ainda são vivas
no mar do teu sorriso
entre risada, solícito
de ternura envolvido.
Para a Sofia, pelo bom gosto de ser assim....
Ai de quem não tiver uma história para contar.
ResponderEliminarEsses sim, podem largar-se da Vida.
È "Vero, Ana Afonso..
Eliminarmas as histórias nascem no coração onde habita o sonho e a razão mesmo na distancia temporal ou física....é tão bom amar os aspectos do pormenor da vida:)
Os dois lindos. Sempre inspirada.
ResponderEliminarBeijos.
Ps. Para quando o próximo?
Original e espirituoso. Gostei. beijo
ResponderEliminarMuito bonitos, os dois.
ResponderEliminarObrigada a todos pelo estímulo. Ao Pjsoueu também pelo poema.
ResponderEliminarQue lindo, Sofia!
ResponderEliminarLindo :)
Beijinhos.