Contarei um dia
como éramos felizes
e a mesa pequena.
Vozes e mãos entrelaçadas
no eco da casa vazia
contarei como éramos sós
e ninguém sabia.
(pintura de Lynne Feldman : family portrait )
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
No acto de ser criança
ResponderEliminarainda na terra dos sonhos
onde teu olhar é uma dança
nos palácios da infância.
As vozes do presente
aqui, ainda são vivas
no mar do teu sorriso
entre risada, solícito
de ternura envolvido.
Para a Sofia, pelo bom gosto de ser assim....
Ai de quem não tiver uma história para contar.
ResponderEliminarEsses sim, podem largar-se da Vida.
È "Vero, Ana Afonso..
Eliminarmas as histórias nascem no coração onde habita o sonho e a razão mesmo na distancia temporal ou física....é tão bom amar os aspectos do pormenor da vida:)
Os dois lindos. Sempre inspirada.
ResponderEliminarBeijos.
Ps. Para quando o próximo?
Original e espirituoso. Gostei. beijo
ResponderEliminarMuito bonitos, os dois.
ResponderEliminarObrigada a todos pelo estímulo. Ao Pjsoueu também pelo poema.
ResponderEliminarQue lindo, Sofia!
ResponderEliminarLindo :)
Beijinhos.