Quando chegar à borda do rioe a alma cansada
repousar na frescura
do silêncio,
olharei sem mágoa
as folhas caídas
que atapetaram o caminho.
(pintura de George Ames Aldrich: bridge scene)
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Se fossem folhas precistentes
ResponderEliminarnão seriam pisadas
nem pelos olhos caídos no chão
persistentes
ResponderEliminarclaro
Lindo Sofia. Que bem me soube agora no sossego da noite e, confesso, com a alma também um bocadinho cansada...
ResponderEliminarOs passos delicados da alma.
ResponderEliminarObrigada a todos. Nesta época sinto sempre a alma um pouco pesada.
ResponderEliminarSobreviveremos!
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