Quando chegar à borda do rioe a alma cansada
repousar na frescura
do silêncio,
olharei sem mágoa
as folhas caídas
que atapetaram o caminho.
(pintura de George Ames Aldrich: bridge scene)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Horizons Neil Dawson Hoje o dia não se repete no intenso azul das almas livres. A prisão da felicidade a que não chega nem se entrega a que ...
Se fossem folhas precistentes
ResponderEliminarnão seriam pisadas
nem pelos olhos caídos no chão
persistentes
ResponderEliminarclaro
Lindo Sofia. Que bem me soube agora no sossego da noite e, confesso, com a alma também um bocadinho cansada...
ResponderEliminarOs passos delicados da alma.
ResponderEliminarObrigada a todos. Nesta época sinto sempre a alma um pouco pesada.
ResponderEliminarSobreviveremos!
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