01 dezembro 2007

Ponte

Quando chegar à borda do rio
e a alma cansada
repousar na frescura
do silêncio,
olharei sem mágoa
as folhas caídas
que atapetaram o caminho.


(pintura de George Ames Aldrich: bridge scene)

6 comentários:

  1. Mar Arável23:39

    Se fossem folhas precistentes

    não seriam pisadas

    nem pelos olhos caídos no chão

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  2. Mar Arável23:41

    persistentes

    claro

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  3. Donagata01:00

    Lindo Sofia. Que bem me soube agora no sossego da noite e, confesso, com a alma também um bocadinho cansada...

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  4. Os passos delicados da alma.

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  5. Sofia Loureiro dos Santos22:41

    Obrigada a todos. Nesta época sinto sempre a alma um pouco pesada.

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  6. Clara Branco22:49

    Sobreviveremos!

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