Dormir, ler, comer, passear, namorar, o ócio, o prazer de nada fazer, sem compromissos de ocupação de trabalho ou de lazer.Estas são as verdadeiras férias, de pulmões vivificados, de olhos banhados de verde e azul, de cabeça cheia de histórias que aguardavam a placidez destes dias.
Já não é Verão e ainda não é Outono. As árvores não se decidem entre o verde e o castanho, o chão recebe folhas estaladiças e, ao fim da tarde, sabe bem um abrigo.
Na preguiça das noites estreladas, devoram-se páginas de livros, olha-se distraidamente o jornal, adormece-se a ouvir as notícias.
Férias de nós e do mundo.
Ai que raiva!
ResponderEliminarEu nem posso estar em casa sossegado, que a companheira "aleijadinha" quer que eu faça tudo "ontem"; quando ela está escorreita, fica tudo para "amanhã".
Mas o que nós temos que cumprir é sempre menos urgente do que aquilo que os outro devem cumprir...
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