Os pássaros de asas longaspousados no fio do tempo,
abrem gritos mudos
e sobem no horizonte
que nos espera.
Guardam eternidades
de vazio.
(pintura de: Tamryn Pöhl)
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
"como o centro da frase é o silêncio e o centro deste silêncio é a nascente da frase começo a pensar em tudo de vários modos"
ResponderEliminarHerberto Helder
Muito bonito!
ResponderEliminarGosto muito, Sofia!
ResponderEliminarA ilustração também merece um comentário: todos os anos, pelas terras do litoral alentejano, passo muito tempo a observar o voo espantoso desses pássaros veraneantes: os abelharucos, que têm cores inéditas nas aves indígenas.
Lindo, muito lindo!
ResponderEliminarBeijinhos :))
Obrigada a todos, pelo vossos comentários, que me põem vaidosa!
ResponderEliminarImpaciente, não sabia que eram abelharucos (os meus conhecimentos de ornitologia são nulos!), mas são lindos.
Os pássaros vivem ainda
ResponderEliminarem estado de poesia
nos fios de tensão das tuas palavras...
Eternidades e alegrias
de toas as lavras!
Obrigada Moacir!
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