Os pássaros de asas longaspousados no fio do tempo,
abrem gritos mudos
e sobem no horizonte
que nos espera.
Guardam eternidades
de vazio.
(pintura de: Tamryn Pöhl)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Horizons Neil Dawson Hoje o dia não se repete no intenso azul das almas livres. A prisão da felicidade a que não chega nem se entrega a que ...
"como o centro da frase é o silêncio e o centro deste silêncio é a nascente da frase começo a pensar em tudo de vários modos"
ResponderEliminarHerberto Helder
Muito bonito!
ResponderEliminarGosto muito, Sofia!
ResponderEliminarA ilustração também merece um comentário: todos os anos, pelas terras do litoral alentejano, passo muito tempo a observar o voo espantoso desses pássaros veraneantes: os abelharucos, que têm cores inéditas nas aves indígenas.
Lindo, muito lindo!
ResponderEliminarBeijinhos :))
Obrigada a todos, pelo vossos comentários, que me põem vaidosa!
ResponderEliminarImpaciente, não sabia que eram abelharucos (os meus conhecimentos de ornitologia são nulos!), mas são lindos.
Os pássaros vivem ainda
ResponderEliminarem estado de poesia
nos fios de tensão das tuas palavras...
Eternidades e alegrias
de toas as lavras!
Obrigada Moacir!
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