No nosso imaginário colectivo vemos doentes lado a lado, vencedores e vencidos, ricos ou pobres, negros ou brancos, religiosos ou ateus, de esquerda ou de direita.
Será dos momentos em que a nossa humana condição nos demonstra a suprema igualdade dos seres e a inutilidade das várias distinções em que somos exímios criadores.
Mas hoje, ao ouvir dizer que em Timor, no hospital, se separavam os feridos consoante o “lado” a que pertenciam, senti ruir mais um dos dogmas por que sempre me regi.
Será dos momentos em que a nossa humana condição nos demonstra a suprema igualdade dos seres e a inutilidade das várias distinções em que somos exímios criadores.
Mas hoje, ao ouvir dizer que em Timor, no hospital, se separavam os feridos consoante o “lado” a que pertenciam, senti ruir mais um dos dogmas por que sempre me regi.
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