
Seguro os dedos sobre a areia,
desenho a voz, solto as palavras.
O abraço é possível,
nos ombros a paz
do olhar indiscreto,
o saber de quem procura.
Fragmentos dispersos
de todos nós.
(fotografia: Hugo Madeira)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
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