17 março 2006

Untitled


O poema é como um filho
que me cresce nas entranhas,
que me suga e destrói,
que me mata e ressuscita
nesta gestação maldita,
secreta e omnipresente,
espontânea e recorrente,
que renega e acredita
no abismo da alma que sente.

(pintura de Joyce Baron: creation III)

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