19 janeiro 2018

O Prof. Karamba em Bruxelas

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2017


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Não pesquisei antes de 2016, mas nestes 2 últimos anos Bruxelas tem falhado todas as previsões.


 


2018


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Qual é a novidade, então?


Ninguém se lembra dos falhanços anteriores?


 

14 janeiro 2018

Prosas Bíblicas

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À venda na livraria Ler Devagar


 

Até 2019

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Nunca votaria em Rui Rio mas pelo menos, agora, há alguém credível à frente do PSD. É preciso que a oposição ao governo não seja feita de peseudofactos multiplicados pelos media e pelas redes sociais, para precipitar a queda de ministros, nem à hiperactividade afectiva do Presidente da República, mas a um combate político com nexo.

13 janeiro 2018

Layla


 Eric Clapton & Wynton Marsalis


 


 


What'll you do when you get lonely?


And nobody's waiting by your side?


You've been running and hiding much too long.


You know it's just your foolish pride.


 


Layla,


You've got me on my knees, Layla.


I'm begging, darling please, Layla.


Darling won't you ease my worried mind.


 


I tried to give you consolation


When your old man had let you down.


Like a fool, I fell in love with you.


You've turned my whole world upside down.


 


Layla,


You've got me on my knees, Layla.


I'm begging, darling please, Layla.


Darling won't you ease my worried mind.


 


Let's make the best of the situation


Before I finally go insane.


Please don't say, we'll never find a way


And tell me all my love's in vain.


 


Layla,


You've got me on my knees, Layla.


I'm begging, darling please, Layla.


Darling won't you ease my worried mind.


 


Layla,


You've got me on my knees, Layla.


I'm begging, darling please, Layla.


Darling won't you ease my worried mind.


 


Layla,


You've got me on my knees, Layla.


I'm begging, darling please, Layla.


Darling won't you ease my worried mind.

Da bebedeira dos mirtilos

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Como este Natal foi muito intrincado em termos de tempo para arranjar os cabazes, ficando eles bastante áridos e descompostos, a tarefa prolongou-se para o início do ano, tentando correr contra os Reis, e não o conseguindo.


 


Mas como mais vale tarde que nunca, lá se materializaram os licores de folha de figueira e de mirtilos, há cerca de 1 ano a macerar em aguardente. Ficaram muitíssimo bons, de facto. No entanto a abundância de mirtilos criou um problema adicional – a quantidade dos mesmos, enrijecidos pela bebedeira anual, depositados numa panela e sem destino fácil de descortinar. Que fazer?


 


Bom, segundo a prática científica de que nada se perde e tudo se transforma, seria preciso em primeiro lugar rehidratar os mirtilos, o que fiz de imediato cobrindo-os de água com açúcar. Depois de uma noite e um dia nesta sopa doce, resolvi transformá-la em compota: juntei sumo de 3 limas, 4 paus de canela e deixei fazer ponto… que saiu um pouco demasiado. Mas o doce resultou bastante bem, tendo sido rapidamente enviado a terceiros, para que eu não cedesse à melosa tentação.


 


Triste sina a minha


que nem passando fome


fico magrinha.

09 janeiro 2018

Os mandatos dos Procuradores Gerais da República

Constituição da República Portuguesa


(...)


CAPÍTULO IV
Ministério Público


Artigo 220.º
Procuradoria-Geral da República

1. A Procuradoria-Geral da República é o órgão superior do Ministério Público, com a composição e a competência definidas na lei.


2. A Procuradoria-Geral da República é presidida pelo Procurador-Geral da República e compreende o Conselho Superior do Ministério Público, que inclui membros eleitos pela Assembleia da República e membros de entre si eleitos pelos magistrados do Ministério Público.


3. O mandato do Procurador-Geral da República tem a duração de seis anos, sem prejuízo do disposto na alínea m) do artigo 133.º.


(...)


CAPÍTULO II
Competência


(...)



Artigo 133.º
Competência quanto a outros órgãos

 Compete ao Presidente da República, relativamente a outros órgãos:


(...)


(m) Nomear e exonerar, sob proposta do Governo, o presidente do Tribunal de Contas e o Procurador-Geral da República; 


 


Em relação aos mandatos dos anteriores Porcuradores-Gerais da República, segundo o site da Procuradoria-Geral da República, foram: Pinheiro Farinha (1974-1977); Arala Chaves (1977-1984); Cunha Rodrigues (1984-2000); Souto de Moura (2000-2006); Pinto Monteiro (2006-2012).


 


Desde Cunha Rodrigues, que ocupou o cargo durante 16 anos, razão pela qual foi introduzido na Constituição o limite de 6 anos, Souto de Moura e Pinto Monteiro estiveram em funções... 6 anos, em mandato único.


 


Portanto esta comoção à volta da declaração de Francisca Van Dunem é completamnete oca e insere-se na campanha de ruído e de casos no ataque ao governo. Quando não há matéria, arranjam-se casos. Os jornalistas e os comentadores ajudam à festa. 

07 janeiro 2018

Das reflexões adiadas

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Não sei se se trata de salvar o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Somos pródigos em exclamações dramáticas e declamações catastrofistas. Mas a verdade é que a reflexão sobre o SNS há muito tempo que está a ser feita por várias pessoas e que esta afirmação de António Costa peca por pífia, vem a reboque de um livro de António Arnaut e João Semedo, e sabe a muito pouco, ou mesmo a nada.


 


Há anos, mesmo décadas, que sabemos que há reformas profundas a fazer no SNS, sob pena de este se tornar insustentável e obsoleto, onerando e discriminando as camadas da população mais vulneráveis. Sabemos que um SNS universal e gratuito reduz as desigualdades sociais, sustenta a democracia e é menos gastador que as várias misturas entre público e privado que se observam no Canadá, EUA, etc, para além do óbvio contributo para a melhoria da saúde e da qualidade de vida das populações.


 


Já várias vezes abordei este assunto. Infelizmente ainda não vi, da parte deste governo e desta maioria, uma séria vontade de mudar o que tem de ser mudado. Há múltiplas reflexões, estudos e livros brancos sobre o problema do SNS e da forma como a sua reforma é urgente. Mas não há decisões políticas que alterem, de facto, o que se está a passar.


 


Todos os anos, nas férias de Verão e no pico da gripe, se enchem as notícias com as horas de espera nas urgências hospitalares e com a falta de recursos humanos. E todos os anos assistimos ao poder político a aumentar pontualmente os horários de funcionamento dos Centros de Saúde (CS) e a contratar a peso de ouro profissionais sem qualquer ligação aos hospitais e/ou aos doentes, para atenderem urgências hospitalares que não têm indicação para isso.


 


Mais uma vez, e repetindo o que já disse por diversas vezes, a aposta nos cuidados de saúde primários é indispensável, deslocando a entrada no sistema de saúde para os CS, libertando os Hospitais para os casos que não podem ser resolvidos fora do âmbito hospitalar.


 


Porque não contratar especialistas para darem consultas nos CS, inclusivamente ressuscitar a figura da visita médica ao domicílio, de forma a impedir que os doentes se desloquem às urgências hospitalares? Porque não haver atendimentos permanentes nos CS, que deveriam ter recursos humanos e técnicos para diagnosticar e medicar os doentes, libertando-os de horas de espera, incómodos, riscos e gastos evitáveis?


 


Sr. Primeiro-ministro, a reflexão é boa em qualquer altura, mas a acção tarda, tarda, tarda! O SNS está anquilosado, com escassos recursos, quadros envelhecidos e desmotivados, equipamentos obsoletos, horas de trabalho a mais e remuneração a menos. Não é um  problema novo mas é cada vez mais difícil de resolver, porque ninguém tem coragem de o enfrentar.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...