25 dezembro 2017

Reinventando a tradição...

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 ... que, como todos sabemos, já não é o que era.


 


A manhã passou-se a arrumar a desarrumação da véspera e a preparar o almoço. Resolvi aproveitar as sobras das couves, das batatinhas pequeninas e novas e do grão cozidos para fazer sopa, que será o meu alimento para os próximos dias, recuperando lentamente das calorias ingeridas.


 


Para esquecer as pernas de peru que costumam assombrar os nossos natais, o Pai Natal cá de casa investiu numa massada de tamboril com camarão, berbigão e vieiras, muito saudável, com muito tomate, pimentos, cebola, alho e salsa, "tudo em cru" (expressão assumidamente disparatada que muito se usa). Estava muito bom!


 


Respiremos, portanto, e deixemos que a preguiça nos restaure as forças. Para o ano há mais!

Das maravilhosas prendas de Natal

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O melhor das prendas de Natal são as horas de cumplicidade e aconchego que passaremos a ver as séries, bem doseadas, e a descobrir histórias e autores novos (pelo menos para mim).

24 dezembro 2017

Somebody to love


 


Can anybody find me somebody to love?


Each morning I get up I die a little


Can barely stand on my feet


Take a look in the mirror and cry


Lord what you're doing to me


I have spent all my years in believing you


But I just can't get no relief, Lord!


Somebody, somebody


Can anybody find me somebody to love?


 


I work hard every day of my life


I work till I ache my bones


At the end I take home my hard earned pay all on my own –


I get down on my knees


And I start to pray


Till the tears run down from my eyes


Lord - somebody – somebody


Can anybody find me - somebody to love?


 


(He works hard)


 


Everyday - I try and I try and I try –


But everybody wants to put me down


They say I'm goin' crazy


They say I got a lot of water in my brain


Got no common sense


I got nobody left to believe


Yeah - yeah yeah yeah


 


Oh Lord


Somebody – somebody


Can anybody find me somebody to love?


 


Got no feel, I got no rhythm


I just keep losing my beat


I'm ok, I'm alright


Ain't gonna face no defeat


I just gotta get out of this prison cell


Someday I'm gonna be free, Lord!


 


Find me somebody to love


Can anybody find me somebody to love?

Dos desejos de Festas Felizes

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Quase a iniciar as hostilidades natalícias, pois de uma guerra se trata entre nós e o bacalhau, as couves e o grão, a massa de aletria e respectivos ovos, as ditas rabanadas com o seu caldo, enfim, e tudo o resto que entretanto irá acompanhar - gente, conversa, confusão, barulho, bem-estar e harmonia - carrego as baterias calmamente aconchegada numa manta.


 


Já os laços estão atados e o silêncio conforta. Foi um ano difícil, em carrossel permanente, com o país político cheio de casos e golpes baixos, de que o último é a perseguição a Vieira da Silva, de má gestão mediática e erros por parte da Geringonça, total ausência de oposição a sério, omnipresença do Presidente da República que há-de tropeçar na própria hiperactividade e hiperverborreia. Os cidadãos encolhem os ombros e suspiram de medo, de tristeza, de impotência, e gritam de alegria, de alívio, de orgulho e de esperança.


 


O próximo ano desenha-se trabalhoso mas promissor. Acredite-se ou não na Divina Providência, o carinho e o mimo que damos e recebemos faz de nós gente mais completa, inteira e solidária. Que todos possamos assim crescer.

23 dezembro 2017

Dos atrasadíssimos inícios das festividades natalícias

Mesmo quase em cima dos acontecimentos afadigo-me nos preparativos da época natalícia. Este ano, ainda por cima, tenho o compromisso de preparar iguarias saudáveis e hipocalóricas que, como bem sabemos, são a negação da volúpia e do prazer da degustação gastronómica, e o contrário do espírito peganhento e decadente do Natal.


 


Mas nada me faz desistir. Sendo assim, aproveitando uma cabazada de abacates que amavelmente me ofereceram, com o recado de que era isso que poderia comer por estes dias, com o compromisso de abater as calorias em fartos e penosos treinos pós pantagruélicas refeições (sem açúcar, sem farinha, sem frituras, etc., coisas a que será deveras difícil obedecer), rumei a destinos desconhecidos no que diz respeito à confecção de compotas.


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Inventei uma. Pela cara de um dos habitantes cá de casa não terá sido um êxito retumbante, mas come-se.


 


Cortam-se as passas aos bocadinhos para dentro de um tacho; a seguir junta-se a raspa de 2 limas; depois cortam-se os abacates ao meio (cerca de 8), retiram-se os caroços e, com uma colher, a polpa que se desfaz à garfada, regando com o sumo das 2 limas, aos poucos; faz-se o mesmo com 3 bananas e põe-se tudo ao lume. Misturam-se umas colheradas de mel (no meu caso 3), a gosto, e deixa-se cozinhar, pelo menos uns 45 minutos, mexendo sempre. No fim reduz-se a puré com a varinha mágica.


 


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Ideal para comer com iogurte (daqueles sem açúcar, sem gordura, sem sabor, enfim), flocos de aveia integrais e sementes de sésamo.


 


O licor de folha de figueira é a parte herdada da vida de deboche gastronómico, feito com a verdadeira aguardente, as folhas de figueira e açúcar. Maravilhoso.


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Amanhã será a vez do ritual do bacalhau, da aletria, das rabanadas, do Natal com gente, conversa e tradição. Tudo é já tradicional, desde o pequeno almoço saboreado na cama, a bonança antes da tempestade, à azáfama de uma tarde passada na cozinha e à noite entre a família e os amigos.


 


Que todos possam passar um excelente Natal.

Prosas Bíblicas - Porto e Setúbal

Muitas emoções e muito trabalho. Assim me justifico pelo tempo arredada do blogue.


 


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As apresentações do livro no Porto e em Setúbal foram momentos que guardarei com orgulho e carinho. Orgulho por aqueles que me acompanharam, nomeadamente o Prof. Sobrinho Simões, o Manuel de Oliveira, a Maria Celeste Pereira, o Fernando Pinto do Amaral e o José Teófilo Duarte. Carinho pela simpatia com que nos acolheram, na Casa Allen e no Café da Casa (da Avenida), e por todos os que quiseram estar presentes. Muito obrigada a todos.


 


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Casa Allen, Porto, 14 de Dezembro de 2017


 


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 Casa Allen, Porto, 14 de Dezembro de 2017


 


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Café da Casa, Setúbal, 16 de Dezembro de 2017


 


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 Café da Casa, Setúbal, 16 de Dezembro de 2017


 

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...