24 dezembro 2017

Dos desejos de Festas Felizes

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Quase a iniciar as hostilidades natalícias, pois de uma guerra se trata entre nós e o bacalhau, as couves e o grão, a massa de aletria e respectivos ovos, as ditas rabanadas com o seu caldo, enfim, e tudo o resto que entretanto irá acompanhar - gente, conversa, confusão, barulho, bem-estar e harmonia - carrego as baterias calmamente aconchegada numa manta.


 


Já os laços estão atados e o silêncio conforta. Foi um ano difícil, em carrossel permanente, com o país político cheio de casos e golpes baixos, de que o último é a perseguição a Vieira da Silva, de má gestão mediática e erros por parte da Geringonça, total ausência de oposição a sério, omnipresença do Presidente da República que há-de tropeçar na própria hiperactividade e hiperverborreia. Os cidadãos encolhem os ombros e suspiram de medo, de tristeza, de impotência, e gritam de alegria, de alívio, de orgulho e de esperança.


 


O próximo ano desenha-se trabalhoso mas promissor. Acredite-se ou não na Divina Providência, o carinho e o mimo que damos e recebemos faz de nós gente mais completa, inteira e solidária. Que todos possamos assim crescer.

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