05 janeiro 2014

Eusébio

 


 


 


Eusébio


25/01/1942  — 05/01/2014


 


 Eusébio, para além de um excelente jogador de futebol, foi um embaixador de Portugal, tal como o é Figo ou Cristiano Ronaldo, numa época em que as máquinas de construir imagens e de publicitar pessoas e eventos não tinham a sofisticação de hoje. Merece o nosso respeito, mas não o festival a que se está a assistir. Não é surpresa, mas é triste.


 


Nota: a foto é do Público.


 

E se para o ano...

 


 



Orquestra Metropolitana de Lisboa


 


... o Conserto de Ano Novo no CCB fosse diferente? E se, em vez de valsas de Strauss e outras peças do reportório habitual, embora maravilhosas, a orquestra Metropolitana de Lisboa fosse desafiada a tocar músicas portuguesas? Adaptações de Carlos Paredes, José Afonso, Amália Rodrigues, Rodrigo Leão, Pedro Burmester, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Manuel d'Oliveira, Pedro Jóia, Fausto, José Mário Branco, António Pinho Vargas, sei lá, tantos e tantos outros, de Sérgio Godinho a Manuela Azevedo, de Ana Moura aos Dead Combo, de Pedro Osório a Márcia, tantos são os excelentes compositores e intérpretes que temos.


 


E porque não o Concerto de Ano Novo ser uma festa de música portuguesa, engalanada e festiva, orgulhosa e patriótica, europeus, sim, mas portugueses, com uma riqueza rítmica que não se esgota no passado.


 


E que tal pensar nisso? Não há artistas portugueses para proporem alternativas de grande qualidade às maravilhosas valsas de Strauss?


 



 

04 janeiro 2014

Das ofertas recebidas (2)

 



 


Foyle's War, a 7ª série. foi outro dos presentes cinéfilos que recebi este ano.


 


Depois do fim da 2ª Guerra Mundial, Christopher Foyle é recrutado para os serviços secretos britânicos, no início da Guerra Fria, misturando-se as histórias de espionagem e contra-espionagem com os problemas de uma Inglaterra em grande crise, na época dos racionamentos e da reconstrução das cidades e das vidas dos cidadãos. Toda a envolvente de quem regressou da guerra, com feridas mais ou menos visíveis, de quem permaneceu na rectaguarda e sofreu os rigores e os horrores das populações civis, até ao mergulho na vida quotidiana que, apesar de tudo, continuou e continua.


 


Sam casou com um político, candidato a deputado pelo Labour e acaba a trabalhar para Foyle, tal como em Hastings. O mesmo rigor britânico e as mesmas histórias fantasticamente imaginadas por Anthony Horowitz.


 

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...