Cumpre-se o défice de 5%, a emissão de dívida pública foi um sucesso e há várias vozes no PS a pedir antecipação de congresso, com a possibilidade de discutir a actual liderança socialista.
Independentemente do desacordo com o governo, com o empobrecimento geral e a política de substituição de um estado social por um assistencialismo alicerçado em juízos morais, há uma inequívoca vitória do governo nesta operação financeira. É indispensável que a oposição apresente uma alternativa credível e sustentada.
O PS deve apresentar-se ao eleitorado com soluções. António José Seguro não tem pressa, mas nós temos.