08 junho 2011

Auto + promoção ... (x 2)

... acto ou efeito de se promover a si próprio, (x2).



  • Na próxima 6ª feira, dia 10 (feriado), estarei em muito boa companhia, junto ao pavilhão do Clube Literário do Porto (Stand A02), na Feira do Livro do Porto, a partir das 17:00h, para trocar algumas ideias com quem o desejar.


Lá vos espero.


Apareçam. 


 




  • Também na Feira do Livro do Porto, mas das 20h00 às 21h30, no Auditório da Feira do Livro, participarei num debate com outros autores - Alexandra Malheiro, Henrique Normando, Ruth Ministro, Ana Albergaria, Miguel Leitão e Verónica Abreu. Nestes tempos de depressão financeira e ditadura económica, a discussão está aberta:


A Poesia Rima com quê? Com Economia?


 


07 junho 2011

A suspeição como arma política

 


Custa-me a perceber a incoerência das pessoas. Como é possível que, depois de tudo o que se passou com Sócrates, Ana Gomes venha com a mesma receita para denegrir e lançar lama a Paulo Portas? Suspeitas e mais suspeitas de casos obscuros, de assuntos que têm que ser resolvidos pela justiça, se a justiça assim o entender. Além de que os comentários sobre o processo Casa Pia e a sugestão que Ana Gomes faz do envolvimento do líder do CDS nesse caso, são indignos.


 


Tudo me separa de Paulo Portas. Mas Paulo Portas tem direito ao seu bom nome e a não ser enxovalhado na praça pública. A suspeição como arma política só empobrece a democracia.

Auto + promoção ...

 


... acto ou efeito de se promover a si próprio.


 


(...) Sendo a literatura uma forma de comunicar e a rede a ampliação e a aceleração constante da velocidade da comunicação, já têm um destino comum. (...)


 


PNETliteratura


 

06 junho 2011

Das notas que tomamos (8)

 



Afinal, ao contrário do que eu pensava, Cavaco Silva fez bem em dissolver a Assembleia da República, como se demonstrou com o resultado das eleições. Houve uma alteração muito significativa da relação de forças parlamentar e uma viragem ideológica à direita.


 


Afligem-me muitos comentários que vou lendo pela blogosfera, em relação à derrota do PS e de Sócrates.  A falta de grandeza dos vencedores mostra bem a massa de que são feitos.


 


Francisco Louçã não se demitiu. O BE teve uma derrota esperada. A esquerda grande não lhe perdoou a aliança à direita, a ineficaz e megalómana demagogia, o indisfarçável populismo. O PCP continua entrincheirado no seu canto, dizendo as mesmas coisas, com as mesmas palavras e o mesmo tom.


 


No PS começam a posicionar-se os candidatos. Espero sinceramente que António Costa ou Ferro Rodrigues, ou até Francisco Assis se perfilem. António José Seguro não me parece uma alternativa capaz de movimentar e de liderar uma verdadeira oposição.


 

Um dia como os outros (89)


(...) 8. Entretanto, todos os grandes debates estão por fazer. Nada há que se possa fazer numa óptica puramente nacional, todos os debates são europeus, todas as possibilidades de acção consequente estão ao nível europeu. Ora, o próximo governo PSD/CDS será o governo dos amigos da senhora Merkel, que só tem dados tiros no pé da Europa desde que a crise começou. O PCP e o BE continuam a ser, fundamentalmente, partidos anti-europeus, incapazes de pensar a nível global e sem qualquer contribuição prática para mobilizar forças progressistas na Europa para uma governação alternativa (continuando a deixar escapar os descontentamentos para o Rossio e outras praças inorgânicas). O PS, com os socialistas europeus, é – são – hoje, a nível internacional, um cão que ladra mas não morde: estão na oposição em praticamente todos os países europeus.

9. De todos os modos, espero sinceramente que toda a classe política tenha aprendido alguma coisa com os últimos anos. A classe política formal e a classe política escondida: no final do discurso de Sócrates na noite eleitoral, uma jornalista perguntou a Sócrates se ele esperava que, deixando de ser PM, viria a ter novos problemas com a justiça. Estava aí, passado todo este tempo, um resquício exemplar da política de ódio que foi, desde sempre, a arma de uma certa classe política contra Sócrates, política do ódio que teve numa certa comunicação social a marionete (pouco inocente) de serviço. Se estas eleições tiverem servido para acabar com essa guerra civil fratricida, já não será mau. (...)


 


Porfírio Silva


 

05 junho 2011

Maioria de direita no Parlamento

 



 


O PS perdeu as eleições legislativas e com valores muitíssimo expressivos. O PSD ganhou com bastante diferença, pelo que o próximo governo será um governo de maioria de direita. A derrota do BE também foi um dos perdedores, tal como o CDS que ficou aquém do que se esperava.


 


Assim quis o povo, assim será. A democracia é exactamente o cumprimento da vontade da maioria.


 


Para a História ficará certamente o excelente discurso de José Sócrates. Foi um discurso de um grande homem, de quem Portugal se deve orgulhar. Esteve à frente de dois governos, um que foi o melhor governo de há muitos anos, em democracia, o outro que remou contra correntes e marés e não conseguiu o seu objectivo. Erros teve, mas teve muito mais acertos.


 


Fica também para a História a vergonhosa pergunta que lhe foi feita por um jornalista, não sei de que meio de comunicação, em que se sugeria que Sócrates, deixando de ter poder político, passaria a ser alvo de mais processos judiciais, nomeadamente no Face Oculta.


 


O PS terá agora a tarefa de iniciar outro ciclo político, de eleger outro líder. O país precisa de um PS revigorado na oposição, para uma oposição esclarecida e responsável, o exacto contrário do que foi a oposição ao último governo do PS.


 


Há uma maioria de direita, esperemos que estável. A Passos Coelho deseja-se sorte. Precisa ele e precisamos nós.


 



 

Imprescindível votar

 



 


Votar não dói.


O que dói é termos o governo de todos eleito por tão poucos.


 


Votar refresca, sabe bem é um exercício de poder.


Do poder do povo.


 

Conversas matinais

Deitada no sofá, obedecendo ao seu pedido, sinto as mãozinhas pequenas em festas, nos meus pés.      - Estou a pôr creme à vovó (carinha so...