05 junho 2011

Votar é preciso

 



 


É preciso votar - ninguém deve decidir por nós.


 


Votar é escolher, optar, assumir responsabilidades. É crescer.


 


Quermos ser um povo adulto, seguro das suas decisões, que se afirma e pede contas, que exige e presta contas.


 


É preciso votar.


 


 

Just Breathe


Pearl Jam


 


Yes I understand that every life must end, aw huh...
As we sit alone, I know someday we must go, aw huh...
I'm a lucky man to count on both hands
The ones I love...

Some folks just have one
Others they got none, aw huh...

Stay with me
Let's just breathe

Practiced are my sins


Never gonna let me win, aw huh...
Under everything, just another human being, aw huh...
Yea, I don't wanna hurt, there's so much in this world
To make me bleed

Stay with me
You're all I see

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
As I come clean

I wonder everyday
As I look upon your face, aw huh...
Everything you gave
And nothing you would take, aw huh...
Nothing you would take
Everything you gave

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
As I come clean

Nothing you would take
Everything you gave
Hold me 'till I die
Meet you on the other side


 

Vantagens de se deslocar à assembleia de voto

 



 


São inúmeras. Vou passar a enumerá-las:



  • Passear a pé entre a sua casa e o local de voto - é impossível estacionar perto das escolas e outros espaços onde se vota; por isso esticam-se as pernas, ampliam-se os pulmões, desenferrujam-se as articulações e poupa-se o carro e a gasolina.

  • Encontrar pessoas que já há muito tempo não vê - aqueles vizinhos com quem nunca se cruza, nestes momentos estão sempre na fila, a consultar a lista dos números de eleitores, para ver qual é a sua, se bem que é sempre a mesma das anteriores eleições.

  • Poder apreciar a generosidade e a disponibilidade de quem, querendo ajudar, baralha mais do que acerta.

  • Aproveitar a caminhada para tomar um café e fazer as compras no supermercado que está aberto.


Por último, e acessoriamente, sentir o peso e a leveza da responsabilidade da participação cívica e da escolha de quem nos vai governar nos próximos anos.


 

04 junho 2011

Para o dia seguinte

 


(...) Seja quem for que ganhe destas eleições sairá um governo legitimado pelo voto popular e com o direito e a obrigação de cumprir com o seu programa eleitoral.


 


Jumento


 

Votar

 


Para que ninguém tenha problemas, aqui se deixa o site onde se podem informar do número de eleitor e freguesia onde votar:


 


https://recenseamento.mai.gov.pt/


 


outro


 


http://www.cne.pt/index.cfm?sec=1110000000


 


ou


 


enviar um SMS (grátis) para  o número 3838, escrevendo RE espaço nº de BI ou
CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD


 


Aqui se deixam sugestões de indumentária, para que não haja frio, calor, sol ou chuva que impeça alguém de votar:


 


 

03 junho 2011

Um dia como os outros (88)

 



(...) Tirando os casos de pura ligação militante e afectiva ao partido, imunes ou resistentes à dúvida, quem se questionar para votar PS tem de passar pela barragem de fogo cerrado dos assassinatos de carácter e do catastrofismo que a oposição lança há anos, que a comunicação social promove diariamente e que os moralmente ou intelectualmente brutalizados reproduzem na rua com fanatismo. (...)


 


(..) Seja o que for que aconteça domingo, porém, há um triunfo garantido: quem votar PS está a mostrar, nem que seja a si mesmo, que defender a liberdade pode ser difícil, mas é também a nossa realização mais bela.


 


Valupi


 


 


(...) Esta ideia de um golpe de estado em Portugal tem sido sibilada, com pudor, nos últimos meses. No sentido “mediático-democrático” do termo - passe o oxímoro – assim tem sido entendida a campanha ad hominem contra a figura de  José Sócrates, repetida ad nauseam por políticos – de esquerda e de direita, comentadores e jornalistas. De tanto repetida, a “necessária eliminação de Sócrates” parece estar prestes a atingir a sua legitimação.


O expoente máximo do processo em curso foram estas declarações de Medina Carreira que, curiosamente, ou talvez não, pouco eco ou nenhum recolheram nos meandros dos blogues e dos analistas políticos. Na realidade, Medina Carreira disse aquilo que tem estado subliminarmente plasmado na maioria dos discursos políticos: se não sair a bem, terá de sair a mal. A qualquer preço. E esta é a definição básica de golpe de estado. (...)


 


Alda Telles


02 junho 2011

Interesses sem educação

 


Os interesses da escola pública, que de público só tem a necessidade dos dinheiros públicos, porque pública é a vergonha deste panfleto e destas atitudes, de privados educadores e públicas atitudes ditatoriais.


 


Esta é uma das razões porque voto no PS.


 

Conversas matinais

Deitada no sofá, obedecendo ao seu pedido, sinto as mãozinhas pequenas em festas, nos meus pés.      - Estou a pôr creme à vovó (carinha so...