E aí estamos todos preocupados com o acender da luta no mundo árabe. Não há Nostradamus que nos não venha à memória, o petróleo, o tão precioso petróleo que o ocidente sempre abusou, com o perigo de se ver nas mãos de um povo que dele nunca beneficiou.
Olhamos com apreensão os televisores, a moderna montra de horrores e propagandista do medo, do medo ocidental e moralista de uma sociedade em abundância, por muitas crises que nos atravessem.
Circulam algumas imagens e muitas informações não confirmadas. Apenas se confirma a violência que se segue à esperança, o totalitarismo que se mantém com o apoio dos tanques, dos bombardeamentos e dos medos da hipocrisia dos países ricos, que vendem a imagem da democracia e suspiram pela manutenção do status quo.