poema de Ryszard Krynicki
tradução de Abel Murcia
Hay que ser libre
para aprender
de los propios errores.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
poema de Ryszard Krynicki
tradução de Abel Murcia
Hay que ser libre
para aprender
de los propios errores.
Ibrahim Ferrer
Si tu supieras mi sufrimiento, si te contara la
inmensa amargura que llevo tan dentro la triste
historia que noche tras noche de dolor y pena
llena mi alma, surge en mi memoria como una
condena.
Si lo supieras, te importaría si te dijera
que en mi ya no queda ni luz ni alegría que
tu recuerdo es el daño más fuerte
que me hago yo mismo por vivir soñando con
que tu regreses, arrepentida.
Si lo supieras, te importaría si te dijera
que en mi ya no queda ni luz ni alegría que
tu recuerdo es el daño más fuerte
que me hago yo mismo por vivir soñando con
que tu regreses, arrepentida.
Medina Carreira acaba de dizer no Plano Inclinado que temos que ter mais agricultura, mais pescas e mais indústria. Mas não disse como nem que tipo de agricultura, pescas e indústria se deveriam desenvolver. E desdenhou a qualidade do sector vinícola, exemplo que João Duque deu em relação ao tipo de agricultura que Portugal deveria preservar.
Daqui a 3 anos, segundo Medina Carreira, deixam de nos emprestar dinheiro para comprar batatas. A solução é mudar de Constituição, políticos e políticas.
Mário Crespo junta a sua moderação/comentário que em mil novecentos e oitenta e tal tínhamos trocado agricultura por dinheiro puro.
É triste e penoso ouvir Medina Carreira neste registo, tão ao gosto da excelência de conteúdos. De facto, é urgente mudar.
(Também aqui)
E no entanto, José Sócrates continuará nas bocas do mundo. Continuam as várias opiniões contraditórias sobre a legalidade das escutas, sobre os indícios de crime, e a defesa de que as escutas deveriam ser tornadas públicas. O processo Face Oculta é o que menos importa.
(Também aqui)
Aguardo serenamente o desfecho das negociações entre o ministério da Educação e os sindicatos. Como radical compagnon de route, espero para usar o meu argumentário. Mas o facto dos professores que se recusaram a apresentar os seus objectivos serem avaliados tal como os que os entregaram dentro do prazo, não me parece um bom princípio. Mais uma vez o sinal é que não vale a pena cumprir.
(Também aqui)
Não vi todo o programa de ontem em que o debate se centrou na legalização do casamento dos homossexuais mas, para mim, ficaram bem patentes duas formas de encarar a vida em sociedade.
Para alguns a família, base celular do tecido social, deve ser formada por um pai, uma mãe e os filhos, eventualmente alargada aos parentes próximos. Para outros, há vários tipos de famílias e todas essas famílias são capazes de formar o corpo social, desde que não sejam disfuncionais.
Para os primeiros uma família fundada num casal homossexual é, à partida, disfuncional, pelo que não deve adoptar crianças. Se olharmos para o superior interesse da criança, será que é o sexo dos progenitores que é determinante para a coesão da família a forma como esses progenitores se relacionam entre si, com quem adoptam ou com os restantes elementos da sociedade?
Não conheço estudos que demonstrem que crianças educadas por casais de homossexuais sejam menos ou mais felizes que as educadas por casais de heterossexuais, ou por celibatários, independentemente do género e da orientação sexual. Parecem até indicar que não há diferenças.
Se o problema da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo é a possibilidade de adopção, pois que se discuta a adopção. Estando em causa o superior interesse da criança, é a esse que se deve atender em todos os casos de adopção, estudando as famílias / pessoas que se propõe adoptar em relação à sua capacidade de prover um ambiente carinhoso e seguro, que garanta um crescimento harmonioso em todas as vertentes.
Para quem valoriza a família tradicional nada o impede, com a legalização do casamento entre homossexuais, de continuar a ter a mesma opinião, a comportar-se socialmente e a transmitir esses mesmos valores. O que está em causa é que outras pessoas, com outras visões de sociedade, possam usufruir dos mesmos direitos.
(Também aqui)
Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...