É difícil dizer mais alguma coisa.
Resta juntar a minha voz à de tantos milhares, para que libertem os prisioneiros das FARC.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
É difícil dizer mais alguma coisa.
Resta juntar a minha voz à de tantos milhares, para que libertem os prisioneiros das FARC.
Não percebo muito bem a agonia dos sociais democratas, a começar por Agostinho Branquinho, na sua reacção à contratação de Fernanda Câncio para um programa da RTP2 . Se fossem eles a governar ninguém poderia ter opiniões políticas, pois consideram a sua expressão pública, quaisquer que elas sejam, incompatíveis com exercício de um cargo profissional, qualquer que ele seja.
Alguém falou em claustrofobia democrática?
Vale a pena ouvir as frases com que se resume a entrevista a Ana Jorge: Urgências regressam a Anadia.
Até já há reacções de um autarca de Anadia, de seu nome Litério Marques, que se mostra muito contente com Ana Jorge.
É de bradar aos céus.
Já aqui defendi, mais de uma vez, que o governo deveria fazer uma avaliação séria do seu desempenho, pois uma coisa é prometer medidas, outra muito diferente é implementá-las e outra ainda é avaliar a repercussão das mesmas. Infelizmente temo que a avaliação seja feita com as premissas de Vitalino Canas.
Mas não deveria ser apenas o governo a ser submetido a avaliação do desempenho. Os partidos da oposição, os sindicatos e outras forças vivas da sociedade civil também o deveriam fazer. Com o mesmo rigor com que a exigem, e bem, ao governo.
Vale a pena ouvir e ler a entrevista de Ana Jorge, Ministra da Saúde, à TSF e ao DN. Nomeadamente sobre a reforma do SNS, a requalificação dos Serviços de Urgência, com ênfase no "problema" de Anadia, e sobre a reforma dos cuidados primários e continuados de saúde.
Exactamente o mesmo que Correia de Campos, apenas com outro estilo. Pelos vistos o estilo pode marcar uma diferença. O que muda não é a política, com excepção das parcerias público-privadas , mas os seus protagonistas.
Se as reformas avançarem, então José Sócrates tinha razão. Correia de Campos não se mostrou hábil na sua função, tenho que o reconhecer.
Fico muito satisfeita com o que se diz nesta entrevista e espero que o clima de descompressão se mantenha. Espero que a Ministra alie a sua serenidade à sua determinação.
Também há uma frase interessante no meio da entrevista: Se houve viragem à esquerda não foi minha.
Lê-se a correr, de fio a pavio, e fica-se à espera da continuação. Uma história que tem de tudo, muito bem contada.
Há realmente muitos assuntos agoniantes, em termos políticos, sociais, económicos e o mais que nos lembrarmos. Mas há aspectos que chegam a ser embaraçosos de tão humilhantes. E que tal esta agonia, Dr. Luís Filipe Menezes?
Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...