Despedir 200.000 funcionários públicos, sem se saber de que sectores, melhorando os serviços públicos, reduzir o IRC para o mais baixo da Europa, liberalizar os despedimentos, privatizar a CP, a ANA, a TAP, a Administração do Porto de Lisboa.
Penso mesmo que os empenhados e dinâmicos empresários estão a ser modestos. Podiam privatizar as praias, os rios, as pontes, as rotundas, depois cobravam portagens. Só nas rotundas, o que não arrecadaria o empresário que exploraria as ditas! O Estado limitava-se a fiscalizar, em todas as rotundas, se era cumprido o código da estrada!
Não sei bem o que faziam a 200.000 desempregados, mais às suas famílias, para aí umas 400.000 almas, mas enfim, talvez decidissem emigrar, visto que aqui não havia trabalho para eles.
Já agora eu incluiria António Carrapatoso nos número dos liberalmente despedidos, após a maravilhosa liberalização da legislação laboral. Não era necessário fundamentar a coisa, mas podia alegar-se a sua enormíssima irresponsabilidade!
Penso mesmo que os empenhados e dinâmicos empresários estão a ser modestos. Podiam privatizar as praias, os rios, as pontes, as rotundas, depois cobravam portagens. Só nas rotundas, o que não arrecadaria o empresário que exploraria as ditas! O Estado limitava-se a fiscalizar, em todas as rotundas, se era cumprido o código da estrada!
Não sei bem o que faziam a 200.000 desempregados, mais às suas famílias, para aí umas 400.000 almas, mas enfim, talvez decidissem emigrar, visto que aqui não havia trabalho para eles.
Já agora eu incluiria António Carrapatoso nos número dos liberalmente despedidos, após a maravilhosa liberalização da legislação laboral. Não era necessário fundamentar a coisa, mas podia alegar-se a sua enormíssima irresponsabilidade!

