
(…) Os valores saídos da revolução francesa — liberdade, igualdade e fraternidade —, não podem ser substituídos por ideias antiprogressistas, reacionárias, ultranacionalistas, racistas, xenófobas e misóginas. Seria uma tragédia para a França, para a Europa e para o mundo.
(…) Mas agora já não é segredo. O Partido Democrata, pelo menos se quer honrar a segunda palavra do seu nome, tem de encontrar outro candidato. Seja Kamala Harris, Michelle Obama ou o governador da Califórnia, qualquer um, apesar de vir tarde, ajudará a reequilibrar as probabilidades. Nenhum virá a tempo de ser o favorito, mas terá mais hipóteses do que Biden (e será melhor Presidente). (…)
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