
Votar nestas eleições pode ser a diferença entre um aumento significativo da área da direita mais conservadora e radical e da área da extrema direita, que é o caminho para que se acabem as regras de sã convivência democrática, de igualdade de géneros, de respeito pelos migrantes, enfim, pelos Direitos Humanos, como o tsunami que vem dos Estados Unidos da América.
Nada é para sempre e a deriva conservadora e revanchista a que assistimos faz temer o pior.
Votar faz a diferença.
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