
Alcindo Barbosa
Não há santo que nos valha
Nem demónio que nos tente
Pois a sorte que nos calha
Está no fado que é da gente
Está no fado que é da gente
E no sol que nos aquece
Na saudade que desmente
O que a alma não esquece
O que a alma não esquece
Na memória que há da terra
Na viagem que merece
O saber que o mar encerra
O saber que o mar encerra
Na vida que o tempo traz
No sonho que me desterra
No vento que me desfaz
No vento que me desfaz
Nos braços do meu País
Na casa que colhe a paz
Do mundo que sempre quis
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