09 julho 2020

Concursos fictícios

rita rato.jpeg


Rita Rato, licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, não conhecia, em 2009, a realidade dos atropelos aos Direitos Humanos na China, nomeadamente a existência de presos políticos, e nunca tinha estudado nem lido nada sobre os gulags, as purgas e o terror do estalinismo.


Rita Rato decidiu concorrer ao lugar de direcção do Museu do Aljube Resistência e Liberdade. Para o perfil pedia-se



  • Formação superior adequada à função (preferencialmente na área de história política e cultural contemporânea);

  • Experiência em funções similares (preferencialmente na área dos museus);

  • Experiência em programação e produção de exposições;

  • Experiência em gestão de pessoal e equipas;

  • Domínio da língua portuguesa falada e escrita;

  • Proficiência em inglês e francês;

  • Domínio das ferramentas do Microsoft Office;

  • Elevadas competências de relacionamento interpessoal;

  • Elevado sentido de responsabilidade e de confidencialidade.


Pelos vistos Rita Rato não preenchia os 3 primeiros requisitos. Mas isso não impediu o júri de lhe dar o lugar, pelos vistos pela forma como decorreram as entrevistas realizadas durante o concurso.


Tentar transformar o espanto e a indignação de várias entidades e pessoas quanto a esta escolha, dificilmente compreensível não só face ao perfil requerido como à evidente ignorância e / ou cegueira da candidata, num ataque misógino e anti-comunista, é triste e constrangedor.

5 comentários:

  1. Manuel Gonçalves Pereira Barros16:55

    Não sabia dos Gulags,dos crimes do vencedor do Hitler,do atropelo aos Direitos do Homem pelo maior credor dos USA ?
    Nada sabe de Guantánamo, do assassínio do general iraniano, sobre o assassinato do negro pelo joelho da Lei ?
    A Rita Rato é uma ignorante! Quem a critica também é ignorante, mas está de má
    fé !!!

    ResponderEliminar
  2. Anónimo21:46

    Encontrada. Jamila Vermelha.
    Terá lido a Fortaleza Vermelha?
    Compreensível, não ter chegado ao Dr Jivago.
    Já quanto ao concurso,
    na linha das soluções vindas a publico com o Govern Passos, batatas.
    Agora com Mr Costa & Cia, na evolução na continuidade.

    ResponderEliminar
  3. Má fé é de quem faz este comentário, completamente despropositado.

    ResponderEliminar
  4. Outro comentário despropositado. Isto nada tem a ver com os governos, tem a ver com a EGEAC e com as autarquias.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo09:10

    Govern minicipalis.
    À semelhança dos Govern nacionais, na mesma onda.
    O exemplo vem de cima.
    O que a Autarquia dispensou,
    foi criar uma autoridade zeladora pelos concursos à medida, ou desmedida.
    CRESAP like, para disfarçar.

    ResponderEliminar

Nova morada - do Sapo para o Blogger

Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...