18 junho 2020

O jornalismo a que temos direito (2)

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Não sei se é por ignorância: só há UMA Ordem dos Médicos, que tem órgãos representativos regionais - a Secção Regional do Norte, a Secção Regional do Centro e a Secção Regional do Sul, cada uma com o seu Presidente, ou por não saber expressar-se por escrito. Para a jornalista Rita Rato Nunes o Presidente da Ordem dos Médicos do Sul (Alexandre Valentim Lourenço) fez declarações retumbantes, pelo que é preciso dar-lhes o devido realce, mesmo dando-lhe uma função inexistente.


Mas o mais cómico, ou dramático, é que esta asneira foi replicada por variados meios de comunicação que, de forma acéfala e sem qualquer juízo crítico, propagam disparates com o maior desplante. Mas incompetentes são os ministros novatos e titubeantes.

2 comentários:

  1. Permita-me esta partilha, pois tenho dúvida quanto a ser apenas esse o jornalismo a que temos direito. Ou talvez seja eu que, doente, ande a (não) ver coisas.

    https://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/da-irresponsabilidade-171505?tc=42519293621

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  2. António Estrela Teixeira00:03

    O que impressiona nestes episódios - que, nos mais variados aspectos, ocorrem diariamente - é a facilidade com que se procede à replicação das asneiras de um órgão de comunicação para outro, mas sobretudo, deprime os leitores bem intencionados, que as suas chamadas de atenção sejam pura e simplesmente ignoradas.

    Fica a sensação que a notícia é ali pespegada e quem a escreveu está-se a ............. para o leitor ou o ouvinte ou o destinatário. Conclusão: os destinatários estão a rarear; é natural, não é?

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