A Setembro chegaremos
de mãos secas e almas de cinza
nos corpos ressacados.
Abriremos a espuma
que pode ser de nuvem
ou de bruma.
A Setembro chegados
como peixes seremos
calcinados
de caruma.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
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