25 abril 2017

Da emoção dos cravos

Salgueiro Maia.jpg


 


 


Todos os anos, por muito que já as conheça de cor, as imagens do dia 25 de Abril de 1974, as ruas apinhadas de gente e esperança, os soldados, as espingardas, o megafone de Salgueiro Maia, as senhas musicais na madrugada,  Posto de Comando do MFA, a alegria dos locutores, o frenesim de quem queria explicar o que se passava, a calma dos protagonistas, todos os anos me emociono.


 


Não há cerimónias dispensáveis para a celebração de um tempo novo que diariamente se reinventa. O esquecimento e a banalização da liberdade são, simultaneamente, a celebração da mesma e o maior perigo para a sua preservação.

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