As marcas na madeira como escrita
de vidas sem história.
Estendo-me à beira do rio plantada
de ervas e raízes. Agarro a terra
macia e fácil. Presa estou nos braços
de quem me liberta.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
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