Bansky
Repetir sempre que os ombros se curvam:
Tem que haver um outro país, uma outra gente. Tem que haver uma outra Europa, um outro mundo.
Não é verdade a tristeza e a desesperança. Não é verdade a pobreza e a insegurança.
Tem que haver um outro sonho, uma outra certeza.
Sabemos que é possível, sabemos que o ruído dos fatos surdos, os gestos e os sorrisos mudos de quem coordena marionetas, podem mudar.
Sabemos que tudo muda. Basta juntar os sinos e repicar. Basta juntar as mãos e resistir. Basta abrir a estrada e caminhar.
Tem que haver um outro viver – vamos lutar.
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