24 dezembro 2012

História de Carnaval

 



 


Não há dúvida de que o presente recebido pelo governo, com a panóplia de entrevistas e opiniões de Artur Baptista da Silva, era difícil de imaginar. Por muito que a substância possa ser razoável, ninguém leva a sério quem gozou com os órgãos de informação nacionais e internacionais, com a ONU e com tantos economistas e comentadores, fazendo fé nas notícias que desmentem os vários cargos, títulos e especializações da personagem.


 


Ouvimos aquilo que queremos ouvir. Além disso o nosso sentido crítico desliga-se quando alguém se apresenta com as referências de doutoramentos em Universidades estrangeiras, para além da chancela de organizações internacionais sonantes. Devemos todos aprender a lição e olharmo-nos ao espelho. Fica bem ao Expresso e a Nicolau Santos o reconhecimento do erro, mas também a credibilidade do jornalismo de referência foi arrasada.


 


Ao mesmo tempo é de uma comicidade extrema. O desplante do indivíduo é deslumbrante. Portugal deveria exportar burlões. Bem, na verdade exporta: Vale e Azevedo foi exercer em Inglaterra.


 

2 comentários:

  1. Excelente porque distante, como os comentários do visado deviam ser, se ele fosse, de facto, o funcionário da ONU que dizia ser.

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  2. ACÁCIO LIMA17:12

    COMENTÁRIO AO POST DE SOFIA LOUREIRO DOS SANTOS "HISTÓRIA DE CARNAVAL"

    00- Na moderação, aparentemente, os “estragos” de Natal limitaram-se a uma subida da glicémia inferiores a 6%!!!

    01- As escusas, sobre o episódio “Artur Baptista da Silva”, vindas da “TSF” e do “Expresso”, e, aí, mesmo vindas de Nicolau Santos, não chegam para demolir o acerto, da quase totalidade das análises de Artur Baptista da Silva.

    02- Desconheço se o Grémio Literário e as Nações Unidas se demarcaram de Artur Baptista da Silva.

    03- Há um tom kafkiano em todo este episódio.

    04- Não posso deixar de exprimir, que me parece desajustado dar por “bom”, que temos “um equivoco”.

    05- Prefiro entrar quase no “conspirativo”, e colocar uma nova “hipótese de trabalho”:

    “A quem aproveita a ardilosa e rebuscada trama de uma armadilha de dimensão tamanha”?

    06- Descredibilizar o “Expresso” e a “TSF”, serve bem os interesses dos mentores das políticas que foram adoptadas, criticadas consistentemente por esses órgãos da Comunicação e também por Artur Baptista da Silva.

    07- Continuo a pensar que “não há crimes perfeitos”.

    08- E sou paciente, e dou tempo ao tempo.

    09- Não posso assobiar para o lado, sem tentar sustar o aniquilamento da confiança das pessoas e a destruição da sua auto estima.

    10- Exerça-se, o princípio do contraditório até à exaustão.

    Bom Fim de Tarde.
    Boa Semana.

    Bom 2013.

    Cordiais e Amistosas Saudações de Muito Apreço de

    ACÁCIO LIMA

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