O PS francês conseguiu uma maioria absoluta nas últimas eleições. Apesar de considerar essa mudança muito importante, não me parece que as repercussões na política europeia, principalmente na situação de crise continuada a que assistimos desde 2008, sejam superiores ou mais relevantes que as resultantes das eleições gregas.
A Grécia continua na corda bamba. O acordo entre partidos para formarem um governo que mantenha a recessão e a austeridade mandatada pela troika pode adiar um desfecho que parece quase inevitável. E se continuar a instabilidade social e política e se mantiver a exigência da Alemanha, para além da saída da Grécia da zona euro, com a Espanha e a Itália a seguirem-se na turbulência dos omnipresentes mercados, a França não terá capacidade para deter a implosão.
Não sei se a vitória da Nova Democracia na Grécia evitou o inevitável apenas por mais alguns meses de aperto para os países da Europa.
01- Cito:
ResponderEliminar"O PS francês conseguiu uma maioria absoluta nas últimas eleições. Apesar de considerar essa mudança muito importante, não me parece que as repercussões na política europeia, principalmente na situação de crise continuada a que assistimos desde 2008, sejam superiores ou mais relevantes que as resultantes das eleições gregas".
02- Entretanto, a França, que integra o "G20", teve Hollande presente na última reunião, e o andamento dessa reunião teve um seu importante contributo.
03- Num fase da história em que a interdependência de Espaços Económicos, Estados e Povos cresce , este ascendente crescente da França e de Hollande, confere-lhe uma muito maior importância do que ao que se passa na Grécia.
Bom Fim de Tarde.
Cordiais e Afáveis Saudações de Muito Apreço pela urdidura do post.
ACÁCIO LIMA