Não se pode acusar quem relata conversas privadas em restaurantes e cafés, sejam sobre política, astros ou futebol, para depois vir pedir justificações a Vítor Gaspar. Os jornalistas sabem as regras que estão afixadas. Não vale a pena invocar o interesse público. Essa conversa dá sempre para o lado que se quer. É uma conversa de moucos. São mais uns limites que se ultrapassam. Limites que foram impostos por estruturas onde as regras são às claras. Mais tarde serão limites impostos por ditaduras.
Nada disto tem a ver com combate e afirmação de repúdio à política europeia, defesa da soberania ou recusa de protectorados alemães.
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