Michael Peterson: Revolution/Evolution
Se desatarmos os braços
com que atamos o próprio corpo
espartilhado pela solidão
se entre nós enredarmos os dedos
alargando os corpos que se oferecem
o vento revolverá os sentidos
as superfícies visíveis e inaparentes
acenderão os olhos de lume
e seremos nós
a revolução.
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