Hoje reforcei a minha convicção de que o recurso aos fundos de emergência europeus, FMI ou qualquer coisa de semelhante, não depende da melhor ou pior performance do governo português, deste ou de qualquer outro. Depende da decisão política e/ou económica de países exteriores ao nosso, nomeadamente da Alemanha. A União Europeia não tem qualquer poder para conter as pressões, nem sei se está verdadeiramente interessada.
A austeridade deve avançar ou não se e só se internamente assim se decidir, por governos legitimados em eleições nacionais. O agradar aos mercados ou aos países de primeira, não tem qualquer resultado.
A propósito, vale a pena ler este post.
ResponderEliminarConcordo e acho que não devemos arredar pé do nosso interesse de ter as continhas pagas...para podermos escolher de forma independente e conveniente os nossos parceiros!
Os parceiros exteriores nada mais fazem que aproveitar o terramoto para nos excluir e afundar se possível.É assim que mtos nos agradecem a solidariedade que demos ás suas revoluções e integraçao.Nada muda na natureza humana...
Onde é que está o dinheiro para o "ou não"?
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