João Franco
Não é que seja novidade, mas é sempre importante assinalar: a esquerda parlamentar é composta por dois partidos que apenas servem para protestar. Quando é preciso assumir responsabilidades governativas, estes dois partidos excluem-se automaticamente.
A evidência a que nos rendemos, legislatura após legislatura, é que o BE e o PCP são uma espécie de artesanato parlamentar, uma representação popular tradicional, que preservamos como quem preserva as cavacas ou os bonecos de João Franco.
Vivem à custa do erário público,sem assunçao de responsabilidades.
ResponderEliminarNem entendo como a democracia tem de suportar estes encargos inúteis,quando não contribuem para soluções.
Todos vão usufruindo das mordomias , sem que sintam o equivalente em relação aos que atacam, e bem, em muitos casos."ouve o que eu digo,não olhes para o que faço"
Com a inc´ria dos seus desperdícios não se ralam...
E até sug...
- Burgueses uni-vos à volta do caviar, que mundo do trabalho está díficil e não vemos luz ao fundo do túnel..
Eu diria que a abstenção, essa sim, é a responsável pela expectável continuidade política no nosso país. Se os 60% de abstencionistas decidissem mudar o rumo político do país deviam, no dia das eleições, votar pura e simplesmente. Esquecem-se que, para que uns tivessem o direito de votar, muitos outros pagaram com a vida. O voto é a única forma de, em democracia, materializar a vontade do povo, através do seu eleitos. Se apenas votam os simpatizantes dos partidos políticos, obviamente que apenas esses poderão exercer o poder.
ResponderEliminarDe facto a abstenção é uma das causas e consequencia do marasmo. Mas abster-se também é um dos direitos dos cidadãos livres.
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