27 julho 2010

Fim do Freeport











Sócrates foi totalmente excluído das acusações no caso Freeport - não foi corrompido, não procedeu, enquanto responsável pela pasta do ambiente há mais de 5 anos.


 


Acabou um dos processos que mais utilizados foram para destruir José Sócrates. Finalmente.


 


É bom que a justiça continue, noutros casos, como os do BCP, BPN, Apito Dourado, Face Oculta, etc. Mas o caminho que foi iniciado com o Freeport é de não retorno e somos todos, enquanto cidadãos e enquanto sociedade democrática, que sofremos com isso.

5 comentários:

  1. ACÁCIO LIMA23:11

    COMENTÁRIO AO POST "FIM DA FREEPORT", DE SOFIA LOUREIRO DOS SANTOS, NO BLOG "DEFENDER O QUADRADO"


    00- O “Caso Freeport”é emblemático, por ter sido usada a JUSTIÇA, para com ela, ser tentado o prosseguir, noutro Quadro, um Diferendo Político.

    01- Apesar das múltiplas pressões de uma parte significativa da Comunicação Social, com destaque para o “Sol”, “Correio da Manhã” e Jornais Gratuitos, a JUSTIÇA, fez o seu caminho.

    02- Mas o “Caso Freeport”, no que respeita a José Sócrates, está longe de estar concluido.

    03- Resta ainda reflectir, (e agir depois em conformidade), no muito que foi declarado por Dirigentes Políticos, que passaram do campo da Divergência Política, para esgrimirem questões de Carácter, quer fora do Parlamento, mas também usando a Tribuna do Parlamento.

    Amistosas, Afáveis e Cordiais Saudações, hoje de regozijo por uma clara afirmação dos preceitos DEMOCRÁTICOS, trespaçando o ESTADO DE DIREITO

    ACÁCIO LIMA

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  2. Final mente a justiça funcionou

    6anos de investigação para um crime
    de Estado
    e só 2 larápios foram apanhados
    a roubar laranjas

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  3. Sei que sou um caso raro, não tenho certezas.Mas não posso deixar de me interrogar: Será bom que nos outros casos que citou, a Justiça continue a ilibar como neste?

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    Respostas
    1. Em princípio acredito na justiça. Para isso temos MP , tribunais, juízes, advogados, etc. A justiça é má, principalmente por ser lenta. E o problema dessa lentidão é precisamente pessoas como o JRD desconfiarem do resultado deste caso. É muito mais fácil destruir a reputação de alguém do que reabilitá-la. Só que isso vale para todos, inclusivamente para o comum dos cidadãos, como eu ou o JRD .

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  4. bettencourt de lima22:57

    Politica canalha

    Assente e aceite, baseada em lugares comuns, engodo fácil para néscios e gente amoral,
    está a utilização sistemática da insídia, da calúnia, do vilipêndio para atingir adversários
    políticos, vender jornais, gastar horas de televisão e, enquanto dura, promover figuras
    públicas, com estatuto de «justiceiros». Algumas pessoas, que, passada a «onda»,
    voltam necessariamente à vulgaridade.
    São conhecidos os jornalistas, comentadores e pivôs de televisão que alimentam estes
    processos.
    Cientes das «verdades» insofismáveis de ditados populares como «não há fumo sem
    fogo», «quem anda à chuva é que se alaga» etc., e cientes do peso que estes têm
    na formação do pensamento dos mais incautos, lá estão eles sempre disponíveis,
    pressurosamente disponíveis, para nos dar conta da «riqueza» do seu pensamento
    enquanto arrastam a barriga pela lama, numa volúpia irreprimível.
    Bom, assim é, assim será. Agora, o que não se pode esquecer e perdoar é uma
    campanha política para as eleições europeias e legislativas conduzida na base
    destas «técnicas» e que teve como protagonistas a anterior direcção do PSD, presidida
    por Manuela Ferreira Leite e assessorada por Pacheco Pereira.

    Politica canalha.

    Para memória futura.

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