Sócrates foi totalmente excluído das acusações no caso Freeport - não foi corrompido, não procedeu, enquanto responsável pela pasta do ambiente há mais de 5 anos.
Acabou um dos processos que mais utilizados foram para destruir José Sócrates. Finalmente.
É bom que a justiça continue, noutros casos, como os do BCP, BPN, Apito Dourado, Face Oculta, etc. Mas o caminho que foi iniciado com o Freeport é de não retorno e somos todos, enquanto cidadãos e enquanto sociedade democrática, que sofremos com isso.
COMENTÁRIO AO POST "FIM DA FREEPORT", DE SOFIA LOUREIRO DOS SANTOS, NO BLOG "DEFENDER O QUADRADO"
ResponderEliminar00- O “Caso Freeport”é emblemático, por ter sido usada a JUSTIÇA, para com ela, ser tentado o prosseguir, noutro Quadro, um Diferendo Político.
01- Apesar das múltiplas pressões de uma parte significativa da Comunicação Social, com destaque para o “Sol”, “Correio da Manhã” e Jornais Gratuitos, a JUSTIÇA, fez o seu caminho.
02- Mas o “Caso Freeport”, no que respeita a José Sócrates, está longe de estar concluido.
03- Resta ainda reflectir, (e agir depois em conformidade), no muito que foi declarado por Dirigentes Políticos, que passaram do campo da Divergência Política, para esgrimirem questões de Carácter, quer fora do Parlamento, mas também usando a Tribuna do Parlamento.
Amistosas, Afáveis e Cordiais Saudações, hoje de regozijo por uma clara afirmação dos preceitos DEMOCRÁTICOS, trespaçando o ESTADO DE DIREITO
ACÁCIO LIMA
ResponderEliminarFinal mente a justiça funcionou
6anos de investigação para um crime
de Estado
e só 2 larápios foram apanhados
a roubar laranjas
Sei que sou um caso raro, não tenho certezas.Mas não posso deixar de me interrogar: Será bom que nos outros casos que citou, a Justiça continue a ilibar como neste?
ResponderEliminarEm princípio acredito na justiça. Para isso temos MP , tribunais, juízes, advogados, etc. A justiça é má, principalmente por ser lenta. E o problema dessa lentidão é precisamente pessoas como o JRD desconfiarem do resultado deste caso. É muito mais fácil destruir a reputação de alguém do que reabilitá-la. Só que isso vale para todos, inclusivamente para o comum dos cidadãos, como eu ou o JRD .
EliminarPolitica canalha
ResponderEliminarAssente e aceite, baseada em lugares comuns, engodo fácil para néscios e gente amoral,
está a utilização sistemática da insídia, da calúnia, do vilipêndio para atingir adversários
políticos, vender jornais, gastar horas de televisão e, enquanto dura, promover figuras
públicas, com estatuto de «justiceiros». Algumas pessoas, que, passada a «onda»,
voltam necessariamente à vulgaridade.
São conhecidos os jornalistas, comentadores e pivôs de televisão que alimentam estes
processos.
Cientes das «verdades» insofismáveis de ditados populares como «não há fumo sem
fogo», «quem anda à chuva é que se alaga» etc., e cientes do peso que estes têm
na formação do pensamento dos mais incautos, lá estão eles sempre disponíveis,
pressurosamente disponíveis, para nos dar conta da «riqueza» do seu pensamento
enquanto arrastam a barriga pela lama, numa volúpia irreprimível.
Bom, assim é, assim será. Agora, o que não se pode esquecer e perdoar é uma
campanha política para as eleições europeias e legislativas conduzida na base
destas «técnicas» e que teve como protagonistas a anterior direcção do PSD, presidida
por Manuela Ferreira Leite e assessorada por Pacheco Pereira.
Politica canalha.
Para memória futura.