10 maio 2010

Em nome dos portugueses


 


Quando regressava a casa ouvi o fim de uma entrevista a Fernando Tordo, no Rádio Clube Português. Perguntava ele (e pergunto eu) porque é que 10 antigos ministros das Finanças, após uma audiência com o Presidente da República, falam nos portugueses? Quem lhes deu legitimidade para falar em nosso nome? Quem os elegeu? São representantes de que portugueses? Dos que votaram maioritariamente no PS para governar?

6 comentários:

  1. Fulano08:25

    Não tem a ver com o teor do artigo este meu comentário, mas com ouvir algo na rádio já no fim. No meu caso foi ouvir no fim de uma entrevista a José Cardoso Pires, este afirmar a propósito de os "brandos costumes" que «o português quando tem poder é implacável». Não posso afirmar com certeza mas acho que também disse que, quanto mais abaixo na escala social mais implacável. Concordo. Quem não contactou já com um implacável contínuo de um serviço público? Ou com igualmente implacáveis criados de mesa e não menos implacáveis e desdenhosas balconeiras de loja?

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  2. PINK09:21



    Se responsabilizarmos da mesma maneira uns e outros,confundimo-nos com todos...
    ...E nao saimos de atirar sempre as mesmas premissas para obter os mesmos resultados.

    Os senhores que foram apresentar as suas reivindicaçoes teem poder efectivo e interesses pessoais a defender sejam de ordem economica, ideologica, etc.

    O continuo cumpre ordens e ninguem o investe de autoridade e dignidade nas suas funçoes...

    Os pobres nunca ficam fora de qualquer contenda, e, normalmente ,das que menos lhes dizem respeito.

    E' nosso fado ficar sempre no mesmo patamar de raciocinio...


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  3. Manuel10:22

    A resposta é, são economistas de renome e têm direito a expressar as suas opiniões

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    1. Exactamente: as suas opiniões. Quanto a serem representantes dos portugueses, que tal formarem um partido político e concorrerem a umas eleições?

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    2. Creio que qualquer das perguntas deste poste não questionam o direito daqueles economistas a expressarem as suas opiniões, apenas questionam quem os mandatou para as expressarem em nome dos portugueses.

      Para o Manuel perceber a diferença, é a que vai entre o direito à minha opinião de o considerar estúpido por colocar o problema da forma tão anacrónica como o fez e o abuso de eu considerar que todas as pessoas que lerem o seu comentário também o vão considerar assim, gesto para o qual não tenho qualquer autoridade ou mandato...

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