15 janeiro 2010

Um dia como os outros (26)

 


(...) Quero hoje aqui deixar bem claro que o Governo não tem qualquer estratégia economicista ou qualquer intenção de poupança no que respeita à Rede de Referenciação Hospitalar em Oncologia em detrimento da qualidade da prestação destes cuidados especializados de saúde. (...)





(...) Uma abordagem séria da Rede de Referenciação Hospitalar em Oncologia não se compadece com demagogia ou frases sonantes, que podem bem servir o propósito de encher páginas de jornais, mas que em nada contribuem para a melhoria da prestação de cuidados e tranquilidade dos doentes, suas famílias e profissionais de saúde que vivem neste contexto clínico tão complexo. (...)





(...) Entre 2002 e 2005, as vagas disponíveis para a especialidade de Oncologia foram fixadas, pelo Governo de então, num total de 24. Repito: em três anos o número total de vagas para Oncologia foi apenas 24. A recomendação internacional é de 25 novos internos por ano. Só este ano, Janeiro de 2010, este Governo abriu 27 vagas para a especialidade em Oncologia. É assim que se defende o Serviço Nacional de Saúde. Só assim se podem defender cuidados oncológicos para todos. É mais difícil, mas assim se construem soluções sustentadas. (...)


 


Excelente discuso de Ana Jorge, dignificando o esforço do SNS, reconhecendo os seus méritos e lembrando a demagogia populista de quem não tem soluções, usando os doentes de forma pouco ética.


 


Renasce a esperança.


 


(a partir do Saúde SA)


 

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